NAS, SAN e DAS. Entenda a diferença entre os tipos de armazenamento de rede (Parte 2)

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NAS, SAN e DAS. Entenda a diferença entre os tipos de armazenamento de rede (Parte 2)

Dando sequência ao detalhamento dos tipos de armazenamento, vamos falar agora de NAS e SAN.

 

 

Network Attached Storage (NAS)

 

É um sistema de armazenamento dedicado ao compartilhamento de arquivos, e, por isso, também é conhecido como servidor de arquivos.

A arquitetura de conexão funciona da seguinte forma: os servidores e o storage NAS são ligados a um switch por meio de protocolos IP e conectados a uma rede local (LAN ou WAN). Por isso, o nome “Armazenamento conectado à rede”. Qualquer usuário com acesso, pode conectar-se ao NAS, eliminando a necessidade de múltiplos servidores de arquivo como ocorre no DAS.

O switch é responsável por controlar a comunicação entre os dispositivos, garantindo o compartilhamento remoto de arquivos entre os usuários.

Em geral, o dispositivo NAS tem seu próprio processador e sistema operacional (OS). Comparado ao DAS, confere maior eficiência ao compartilhamento de espaço já que sua capacidade pode ser distribuída entre diversos dispositivos conectados à rede. No caso do DAS, como a ligação é direta, via cabo USB, por exemplo, somente o servidor ou processador tem acesso direto ao espaço disponível.

O grande problema do NAS está na escalabilidade da infraestrutura que depende de novos investimentos em hardware. À medida que o equipamento atinge o limite de armazenamento, novos devem ser adquiridos e conectados à rede local criando as chamadas “ilhas de armazenamento”.

Como a conexão é realizada via cabo de rede, a performance não deve estar entre as prioridades. “Isso porque o volume de dados que se consegue entregar por meio dessa conexão é restrito”, explica Victor.

 

 

 

Storage Area Network (SAN)

 

Este modelo não apenas elimina as “ilhas de armazenamento” criadas pelo DAS, como também traz uma série de benefícios para organizações que possuem aplicações de missão crítica e cujo fluxo de transações seja elevado (vários I/Os por segundo).

Isso ocorre porque a conexão entre o servidor e o storage é realizada por meio de canais de fibra ótica dedicados. Um SAN pode ser acessado por diversos servidores que, por sua vez, possuem uma conexão rápida e dedicada para uma ou mais matrizes de armazenamento como library backup, dispositivos NAS, storage…

Pela imagem, é possível ver que os servidores podem ser ligar a vários switchs SAN que, por sua vez, acessam distintos dispositivos de armazenamento. Além da conexão ser mais rápida, ainda existem caminhos diferentes de acesso aos dados, garantindo redundância, performance, confiabilidade e escalabilidade.

“O dado será gravado em vários caminhos e dispositivos distintos. Pode ser num server ou num storage já que essa configuração é baseada em blocos. Com isso, essa infraestrutura permite otimizar a utilização da capacidade dos dispositivos”, reconhece Victor.

 

 

COMO ESCOLHER O TIPO DE ARMAZENAMENTO?

 

Como detalhado nesta matéria e nas anteriores, cada tipo de armazenamento e RAID possui suas especificidades. A escolha vai depender da necessidade do negócio e da viabilidade econômica de cada um.

Se o objetivo é performance, o caminho a seguir é um. Se é necessidade de espaço, outro. E assim por diante. Por isso, se você ainda não sabe qual a melhor opção para seu negócio, busque orientação profissional já que as possibilidades são diversas.

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