Infraestrutura de TI: onpremise ou em nuvem?

Infraestrutura de TI: onpremise ou em nuvem?

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Infraestrutura de TI: onpremise ou em nuvem?

É importante levar em conta algumas variáveis antes de responder a essa pergunta. Também vale antecipar que não existe uma resposta única e uma também não exclui a outra. As duas alternativas podem ser utilizadas para fins distintos em uma mesma empresa.

 

“As motivações para optar por nuvem ou infra on-site são diversas. Segurança, escalabilidade e custo são apenas algumas delas”, afirma o Gerente de Operações da LB2, Victor Machado.

 

Pague pelo que usa

“A grande vantagem da nuvem é o fato do investimento ser direcionado somente ao que é necessário e, consequentemente, usado”, afirma Victor. No caso da infra em casa, o aporte deve ser realizado considerando a perspectiva de crescimento da demanda em um determinado período.

 

“Ou seja, você compra para uma realidade pensando em outra que pode vir a se configurar ou não. Os recursos portanto não serão completamente usados no momento em que são adquiridos. Além de ficarem parados, esses ativos ainda sofrem depreciação. Tudo isso precisa ser avaliado”, acrescenta o CFO.

 

 

Escalabilidade

O fato de pagar pelo que é usado é justamente a característica que confere escalabilidade à nuvem. “Se um determinado negócio sofre com sazonalidades, pode recorrer aos serviços em nuvem somente quando necessário”, explica Victor. Passada a demanda pontual, pode voltar a utilizar os recursos anteriores.

 

Se a infra é on-site, ela deve ser toda pensada para suportar o volume máximo de demanda ocorrido exatamente durante os períodos de pico. “No restante do tempo, essa infra pode ficar subutilizada”, acrescenta.

 

Uma alternativa para as empresas que veem sua capacidade com baixo índice de utilização é sublocar para outras empresas. “Elas monetizam e reduzem as possíveis perdas. Esse mercado tem muito potencial pois, em alguns casos, os recursos disponibilizados são muito caros para serem adquiridos e muitas empresas recorrem ao aluguel”.

Escalabilidade

 

 

Segurança

Apesar do receio que gira em torno da nuvem, a verdade é que privado, público ou híbrido, os serviços em cloud têm níveis de segurança elevados. Inclusive, em muitos casos, podem ser até maiores que os utilizados pelas próprias empresas.

 

Porém, há muitos negócios que, por questões de compliance, não podem recorrer à nuvem. “É o caso de órgão públicos, empresas do sistema financeiro, de defesa e aeroespacial, por exemplo”, enumera Victor.

 

 

Como escolher?

A natureza do negócio, como dito anteriormente, pode limitar a escolha. De acordo com as regras de compliance e níveis se segurança exigidos, a nuvem sai de cena.

 

Porém, não sendo esse o caso, alguns fatores podem ser considerados:

 

1 – Necessidade de agilidade

A nuvem garante alta flexibilidade para empresas que possuem volumes grandes de aplicações com necessidades distintas de performance. Negócios que inovam com frequência e precisam fazer atualizações contínuas podem encontrar na nuvem uma alternativa para garantir a agilidade que precisam.

 

2 – Custos

É preciso colocar tudo na ponta do lápis. A infraestrutura em casa exige uma série de providências que requerem investimento alto como área para instalação dos equipamentos, sistema de refrigeração, energia, pessoal capacitado para gerenciamento, entre outros gastos.

 

A nuvem pode parecer mais acessível financeiramente, mas nem sempre a conta é tão simples. Existem casos em que a computação em nuvem pode ser mais dispendiosa no longo prazo.

 

Por isso, é importante contar com uma empresa capaz de fazer o diagnóstico correto para auxiliar o seu negócio a encontrar a infraestrutura de TI mais adequada para a sua realidade. Conte com a LB2.

LB2
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